segunda-feira, 27 de abril de 2015

Reforma Política Democrática, Já!

Tomar as ruas com a bandeira da Reforma Política Democrática, Já!
Caríssimos brasileiros e demais interessados na política brasileira. Eis que se aproximam tempos de fervorosas manifestações populares país a fora.
O Brasil assola uma crise de representatividade que corre para mais de anos e teve neste o bônus de eleger grande maioria dos representantes de setores da alta indústria nacional, se não, do núcleo dos latifundiários, além das bancadas fundamentalistas. Caros, notem que estes segmentos divergem dos interesses das classes trabalhadoras e a que mais paga impostos.
Existe um clã de parlamentares que usam de sua posição para aprovar ou rejeitar propostas que caminhem em defesa da classe operária, quando de fato utilizam seus mandatos em favor das empresas que FINANCIAM suas jornadas eleitorais.
Considero esta a pedra que mais entrave nosso desenvolvimento democrático! E quando digo democrático afirmo que só será possível no nosso país eleger cidadãos, com condições equiparadas, a partir do financiamento público de campanha, e não se engane que estaremos aplicando de forma equivocada os impostos, o valor aqui investido supera em várias casas numéricas a de valor desviado a empresas por descaminho de dinheiro público. É necessária uma Reforma Política, já!
Essa tese foi retirada do Projeto de Lei PL 6316/13, que tramita a dois anos na câmara dos Deputados, que apresenta outras mudanças no processo Político e Eleitoral.
A Coalizão Democrática, movimento popular composto por OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), UNE (União Nacional dos Estudantes), UBM (União Brasileira de Mulheres) e outras 100 entidades, DEFENDE este projeto de interesse nacional, por demonstrar um canal de reconstrução da Republica brasileira, uma que de fato seja de todos e não apenas de uma elite.
Os movimentos sociais tem se organizado a fim de tomar as ruas com a defesa deste projeto de lei, entre outras demandas sociais, como é o caso da Reforma Tributária, com a taxação das grandes fortunas, o desespero do Movimento Estudantil assistindo o governo Beto Richa fechar as portas de 4 Universidades estaduais e demais pautas do movimento do campo.

Eduardo F. B. Fernandes
Secretário de Org. UJS Pato Branco

Partido Comunista do Brasil

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